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June 30 No titleEu confio demais nas pessoas. Acho que essa é uma falha minha. Eu sempre imagino que as pessoas vão justificar a confiança que depositei nelas, da mesma forma que eu faço. Raramente consigo olhar pra uma pessoa e ver maldade nela de primeira. Dependo que alguém abra meus olhos ou que eu tenha realmente presenciado algo de ruim que aquela pessoa tenha feito. Não vejo falsidade nas pessoas. Por que afinal? Quem sou eu pra julgar se alguém fala como age ou age como fala? Decepciono-me um pouco quando descubro, na prática, que uma pessoa agiu de má fé, foi má ou falsa, comigo ou com alguém que conheço. Acho que não é nem pela ação que tenha feito em si, mas pelo comportamento mesmo. Afinal, viemos e vamos para o mesmo lugar... ou não? O crescimento de um acaba sendo o crescimento dos outros no final, não acaba? É quando percebo o enorme precipício que divide cada um de nós, seres humanos, que habita este planeta. Quem (ou o quê) nos colocou aqui, seja por qual motivo for, sabia bem o que estava fazendo. Colocou aqueles com menos experiência para que aprendam de forma mais rápida e observem onde é possível chegar. Colocou os com maior experiência para que se lembrem sempre de serem humildes e de onde vieram. Mas não sabemos os nossos lugares; não sabemos se temos muito ou pouco pra aprender; não sabemos se repreendemos ou se nos espelhamos. Afinal, agir de forma certa ou errada é relativo. Seja como for, me falta paciência. Pra aceitar, compreender, esperar e agir da forma e no momento certos. Quanto mais eu vivo e aprendo, mais percebo como ainda tenho por aprender e viver. Quanto mais caminho, mais parece distante a chegada; mais difícil parece de alcançar. Mas eu não desisto não. Este é só o começo. Não é mesmo? June 15 Desapego possessivoTrabalho como "terceiro", "prestador de serviços" ou "consultor" (como for do gosto de cada um) há um bom tempo. Estava fazendo os cálculos e já são quase dez anos trabalhando dentro de determinados clientes, mas sendo contratado por uma empresa que presta serviços para estas. Este fim de semana eu estava pensando em casa sobre desentendimentos que estou tendo ultimamente onde trabalho atualmente e quais razões levaram isso a acontecer. Eu sempre prefiro pensar em erros que eu esteja cometendo, não em erros que os outros possam estar cometendo. Mesmo que não seja um erro meu, prefiro imaginar como posso corrigir qualquer falha que eu tenha, para que eu não me sinta culpado e para que possa mostrar, caso venha a ser questionado, que eu procurei diferentes formas de abordagem da situação e não fiquei simplesmente apontando falhas nos outros. Percebi que há uma coisa em comum no meu comportamento atual e anterior em relação a estas situações: eu trato a empresa ou o negócio como se fossem meus. Você que está lendo isso agora pode estar se perguntando: "Mas... esse não é o objetivo de qualquer forma? Não é isso que os líderes nos pedem sempre que façamos? Isso não significa que estamos nos doando ao máximo pela "causa"?". E eu lhes respondo: depende. Eu fui uma pessoa que sempre agiu dessa forma. Sempre tratei o negócio com o qual eu estava lidando como se fosse meu, sempre procurando a melhor solução para a empresa dos problemas com o qual me deparava. Sempre "vesti a camisa". Achei que assim estava dando o meu melhor, sempre. A verdade é que percebi que isso funciona muito bem quando você realmente faz parte do quadro de funcionários da empresa. Se esse não é o caso, pode não ser sempre assim. Nas empresas modernas há, culturalmente, uma divisão entre funcionários e prestadores de serviço, por mais que não fique evidente: as regras são diferentes, os acessos internos são diferentes e até mesmo os direitos não são iguais. E é aí que é preciso fazer uma análise de onde termina sua obrigação (ou função) e termina a dos funcionários propriamente ditos. Num exemplo prático, deparei-me na última semana com um problema. Levei para análise dos funcionários da empresa, mas já com uma solução na cabeça. Propus esta solução, mas eles tinham outra em mente, que não me agradou. Discuti e causei um desentendimento não saudável para ambos os lados apenas para defender o meu ponto de vista. Onde foi que eu errei? Bem, eu deveria ter parado no "propus esta solução". E por mais que isso não seja o ideal para mim, explico o porquê: eu percebi que este é o trabalho que tenho de fazer. É pra isso que sou pago: descobrir um problema, analisá-lo e propor uma solução, descrevendo todos os prós, contras e o ambiente que cerca este problema. Quem vai decidir se é uma boa solução ou não e acatar ou não minha proposta são os verdadeiros "donos do negócio", que nesse caso não sou eu, mas meus atuais contratantes. Se eles decidirem não fazer nada, tenho apenas que acatar a decisão e, se foi uma decisão equivocada, mostrar futuramente as consequências daquela decisão e deixar claro que uma proposta diferente havia sido feita anteriormente. Isso não fará com que minha palavra seja sempre verdade, mas fará com que fique claro que eu - e minha empresa, que é o que fica mais evidente -fiz o meu trabalho e cumpri com minhas obrigações. Faz ainda com que minha opinião seja levada cada vez mais em consideração no surgimento de um novo problema e proposta de uma nova solução. É preciso então que eu trabalhe certo desapego. Não indiferença; isso nunca, mas que eu saiba onde termina minha preocupação/obrigação e começa a dos outros. Preciso passar a ver o negócio não como meu, mas onde eu tenho um papel não-decisivo; apenas colaborativo. Isso ficou mais evidente no cliente em que estou atualmente do que no que estive na empresa em que fiquei quase 6 anos. E isso não tira de qualquer modo meu poder de decisão dentro das tarefas que eu executo com a empresa para a qual eu efetivamente trabalho e da qual sou funcionário. Acho que só me põe no lugar onde eu realmente tenho de estar. May 02 Terminator: Salvation?O Diretor cinematográfico Joseph McGinty Nichol deve ter dado um grande suspiro durante o dia de hoje. É que a sua maior investida profissional até hoje entra em seu mês de lançamento. Dia 21 de Maio agora será lançado nos EUA "Terminator Salvation" (no Brasil, chega apenas em 5 de Junho). Se eu fosse um entrevistador de mídia e tivesse a chance de conhecer e entrevistar McGinty (mais conhecido como McG) por esses tempos, minha primeira pergunta (e dependendo da resposta, a última) seria: "Você nunca fez nada de significante como Diretor. Então, por quê você?". E é a mais pura verdade! Uma rápida busca pelo IMDB revela que McG tem em seu currículo apenas dois filmes conhecidos: "Charlie's Angels" (que aqui ficou conhecido como "As Panteras") e "We are Marshall". Antes disso, ele só havia dirigido vídeos de bandas como Korn e Sublime. Como Produtor sua carreira foi mais longa, mas produziu em sua maioria Seriados norte-americanos como The O.C., Supernatural e um seriado das Pussycat Dolls. Dado todo este histórico, me entendam, é natural que minha primeira pergunta só pudesse ser a citada acima. O fato é que eu suspeito do por quê. McG é um grande fã da série Terminator, como já deixou claro em várias entrevistas. E, acredito eu, deve morrer de medo de errar e faltar com fãs de todo mundo como ele mesmo. De qualquer forma, eu não entendia como haviam deixado um orçamento igual ao de "Cavaleiro das Trevas" nas mãos desse cara. Juro que não entendia. E esse era o mesmo pensamento de muitos e muitos outros fãs quando anunciaram quem era o Diretor de "Terminator Salvation". Mas aí então veio o primeiro trailer, que foi simplesmente acima de todas as expectativas pré-concebidas por mim e pela maioria dos outros fãs, mas ainda olhado com desconfiança. E aí veio o segundo, o terceiro - este último com direito a trilha sonora de Nine Inch Nails - e ficou evidente que o cara estava fazendo um bom trabalho. Quando a Halcyon Company comprou os direitos da franquia Terminator, juro que fiquei pouco animado: fã de "Aliens" que viu a série ser destruída pelas duas decepções de "Aliens vs. Predator", imaginei que a Halcyon só iria querer arrancar alguns milhões de dólares ao custo de um orçamento tão baixo quanto teve o primeiro filme. Que aliás, foi feito pra ser filminho de Sessão da Tarde e nunca teve a pretensão de originar uma saga desse tamanho. De qualquer forma, nada é tão simples quanto parece: McG ainda tem que convencer nos cinemas. A franquia "Terminator" deixou o "e se" dos outros três filmes para o "e agora que aconteceu" do quarto. E olha, tem muita peça pra juntar. Aliás, a única contribuição boa que "Terminator 3" deu à série foi estabelecer um ponto do qual não se podia mais voltar atrás. Pensou-se em reiniciar a franquia do zero, mas resolveram assumí-la dali pra frente mesmo. Resultado? O futuro chegou e agora é preciso contar o quê realmente aconteceu e pôr à prova todas as histórias contadas nos filmes anteriores. E o que torna a saga Terminator tão interessante? Pra fãs de ficção científica como eu, justamente o fato de imaginar máquinas tão evoluídas que pudessem pensar e tomar decisões por conta própria, além do interesse em imaginar como seria se isso realmente acontecesse... e contra nós. Vemos cada dia que passa novas máquinas, novos andróides, novos computadores. Nós estamos buscando por isso de certa forma, não estamos? Cada dia que assisto um trailer, vejo uma notícia ou penso na história de Terminator, levanto um ponto que não poderia deixar de ser ligado na história deste próximo filme. São tantos detalhes, tantas coisas a explicar, tanta história pra contar. E são tantas possibilidades! Já li prováveis finais deste quarto filme e confesso que queria saber como McG pretendia encaixar aquilo em sua obra sem parecer grotesco e viajante demais - final este que foi mudado depois. Já vi cenas que me deixaram de queixo caído. Já vi fotos que falam mais do que qualquer trailer! E sabem o que é mais interessante? Eu não sou o único a botar fé em McG: a Halcyon praticamente já anunciou que teremos um Terminator 5. E espero que, assim como previsto antes da produção do terceiro, tenhamos um sexto também. McG, portanto, deveria estar bem preocupado agora. As expectativas de todos já são altíssimas e agora precisam ser atingidas e, se possível, superadas. Schwarzenegger estará no filme - de uma forma diferente, mas estará. John Connor estará lá. Sarah Connor, embora não fisicamente, também. E eu, com certeza, também. January 13 O fim do mundoVi esses dias na MTV uma mulher falando sobre o que comenta-se do fim do mundo. Ela argumentava que não é o fim do mundo. O mundo vai resistir a nós, humanos. Vai resistir ao derretimento dos Pólos, às guerras e aos Políticos. Quem não vai sobreviver somos nós, humanos ignorantes e arrogantes. Falamos "salvem o planeta" como se tivessem certeza de que uma bomba atômica de proporções inimagináveis cairia aqui e implodiria o mundo. Mas a frase correta é "salvem a raça humana". January 06 Adeus 2008. Não volte nunca mais.Precisava fazer um post sobre 2008. Precisava falar sobre este ano. Mas não vou me prolongar. Nem preciso. 2008 foi um ano profissionalmente ruim pra mim. Perdi um emprego de 6 anos no final de 2007, numa empresa onde achei que faria carreira e de onde só sairia aposentado. Me meti num emprego que achei que era tudo o que eu queria e descobri que não era nada do que eu queria; por isso mesmo fiquei só 1 mês. Depois disso confiei demais no lado profissional de uma empresa que é estritamente técnica. Tentei mudar o que era imutável. Aquilo que foi combinado não foi cumprido. O outro lado diz que não me empenhei o suficiente. Pode ser. Mas não posso reclamar dos últimos três meses, que de certa forma compensaram o restante do ano. Acredito que achei meu caminho, aquilo que gosto de fazer de verdade. Perdi um medo de que eu não dava conta. Hoje confio no meu trabalho, mas tenho a humildade de sempre parar pra ouvir novas idéias. Estou mais comunicativo, mais ativo, mais participativo, mais interessado. Pessoalmente, só tenho a agradecer. E como! Aquela que eu amo, com quem escolhi viver ao lado, me apoiou naqueles passos que eram seguros pra mim e, sabiamente, tentou me guiar pra outro caminho quando via que eram passos não tão seguros assim. Sorte minha. Descobri que posso ajudar sem me envolver religiosamente com uma causa organizada por uma igreja católica. Ajudei aos que precisavam mais que eu como pude e isso me bastou. Acho que essa é minha "religião". Minha família passou um ano muito feliz, com algumas batalhas perdidas ao longo da "guerra", mas nada que abale o otimismo que sempre prevaleceu. Meu irmão mais velho, velho companheiro, se achou. Tenho na memória até agora a cena de ele preparando o churrasco na casa dele. Feliz por ele, de verdade. Saí de 2008 e entrei em 2009 ao lado de pessoas incríveis. Velhos amigos, amigos de mais curta data e outros recentíssimos. Deixei de "sair pra ver os fogos" pra "arrumar os meus próprios fogos" e gostei! Amigos de quem não quero me separar tão cedo. Pessoas do bem. E eu. Eu acho que hoje sou outra pessoa do que era no começo de 2008. Confio mais em mim sim. É preciso que confiemos na gente. Agradeço apenas, não peço nada. Tenho tanto. Ajudo como posso e prometi a mim mesmo ajudar ainda mais em 2009. 2009. Ê aninho que vai ficar na memória! Tem tanta coisa pra acontecer! Tanto caminho sendo percorrido em tão pouco tempo! Mas tô com medo não! Tenho fôlego, vontade e certeza de que tô seguindo no caminho certo! O bom caminho! E que assim seja! December 25 Involuntariamente inconsequenteHá muitos anos atrás, houve uma Feira de Ciências num Colégio onde eu estudava. Passeando pelos Stands, eu e meus amigos vimos um que prometia dar o resultado do Tipo Sanguíneo. Curiosos, já que não sabíamos qual era o nosso, resolvemos entrar. Quando chegou minha vez, a mocinha picou meu dedo enquanto eu conversava com meu amigo mais à frente. Me deu um algodãozinho pra estancar o sangue e então... essa é a última coisa que lembro. Quando recobrei a consciência, estava sentado numa cadeira no meio do Stand, várias pessoas me abanando enquanto outras colocavam sal em minha boca. Perguntei o quê aconteceu e alguém me disse: você desmaiou. Até então eu nunca havia tido problemas com esse tipo de coisa. Tirava sangue, tomava injeções, me machucava como uma pessoa normal. Mas algo aconteceu naquele dia, que viria a influenciar todo o restante da minha vida até agora. É involuntário, essa é a verdade. E é objeto de muita indignação minha para comigo mesmo. E o pior e mais intrigante é que é hereditário! Com meu pai acontece exatamente a mesma coisa. Com meu irmão mais novo, também. Já com os outros dois, não. O mais difícil foi inicialmente definir o quê acontecia. Não sou uma pessoa temerosa a agulhas, pavorosa de sangue ou nada do tipo. Com o decorrer do tempo descobri que duas coisas me fazem desmaiar: agulhadas, sejam onde for. Doar sangue, portanto, nem pensar. E cortes nas mãos. Especificamente cortes e especificamente nas mãos. Tentei de tudo pra evitar que acontecesse qualquer coisa. Já tomei injeção olhando pra agulha, não olhando pra agulha, indo bem alimentado, pensando em qualquer coisa absurda, fazendo cálculos na cabeça. Nada resolveu. Depois, o mais complicado aliás, foi explicar isso para as pessoas. "Olha, você vai me picar aí, eu vou dar um boot e já volto, tá? Mas não se preocupa não porque é coisa de dez, vinte segundos". Ou, o pior, lavando louça, como já aconteceu, deixando uma taça cair na pia, ela quebrar, eu cortar a mão e, ao invés de procurar algo pra estancar o sangue, procurar primeiramente onde eu vou me escorar enquanto eu desmaio. Aí já aviso alguém: cuida da minha mão aí que eu já volto. Tenho pensado muito nisso. Com a época de vacinação pra rubéola isso remoeu meus neurônios durante um bom tempo. Tanto que eu, confesso, acabei não tomando a vacina. Imagina um monte de molequinho me olhando lá, estiradão no chão?! Não não. Melhor fazer isso sentado e escorado. Aí faz lá quantos furos quiser. E quanto ao meu tipo sanguíneo, claro que eu fiquei curioso pra saber depois do meu primeiro desmaio. É O+. Doador universal. Cômico, não? November 13 On Your Shore Strange how My heart beats To find myself upon your shore. Strange how I still feel My loss of comfort gone before. Cool waves wash over And drift away with dreams of youth So time is stolen I cannot hold you long enough. And so This is where I should be now Days and nights falling by Days and nights falling by me. I know Of a dream I should be holding Days and nights falling by Days and nights falling by me. Soft blue horizons Reach far into my childhood days As you are rising To bring me my forgotten ways. Strange how I falter To find I'm standing in deep water Strange how My heart beats To find I'm standing on your shore. (On Your Shore - Enya) September 29 Satisfações (com duplo sentido pra você) Tanto pra dizer... pouquíssimo tempo pra fazê-lo. Tenho pensado no consumismo. Muito. Exageradamente. Não em fazê-lo, mas em como evitá-lo, ou talvez como não fazer parte dele. Em São Paulo, isso é possível? Volto com mais tempo. September 20 Quem eu fui, quem eu souMeu passado é um amontoado de informações desconexas e confusas que tento revisitar e encaixar ao que sou hoje. Foi ele que me deu a base pra que eu me tornasse alguém de caráter. Hoje tenho um pouco de cada um daqueles com quem cruzei, e cada vez que me lembro de cada um, lembro do que aprendi com eles. Quanto mais tempo passa, mais improvável eu vejo sendo o caminho que me trouxe até aqui. Eu paro, lembro de fotos, pessoas, fatos... e começo a imaginar como foi possível aquilo ter me trazido a isso. Eu nunca poderia pensar que poderia chegar sequer perto do que aconteceu até agora, e quando imagino que ainda há um longo caminho a trilhar, já sei que eu com certeza acharei isso ainda mais improvável. Mas não renego meu passado, minhas origens. Sei quem sou e de onde vim. E faço questão de mencionar isso. Todas as lições aprendidas foram importantes. Fico imaginando então por onde andam aqueles que passaram pela minha vida. O quê estarão fazendo? De alguns eu sei, mas de outros nunca mais tive notícia. Será que um dia reverei alguns deles? Será que poderei dizer o quanto eles fizeram diferença pra mim? Não existe construção forte o suficiente sem uma boa fundação. September 05 VerbalizandoMudando minha vida pra um lugar que eu nem posso dizer onde é. Pensando em quanto ainda vale o dinheiro em si... o quanto vale. Levando lições da vida, e percebendo que nem eu me conheço direito. Esperando o tempo passar pra que eu me acostume com algo que não me agrada agora. Torcendo para que a lição aplicada tenha valido de alguma coisa. Imaginando o que será daqueles que deixei pra trás... espero que "tudo de melhor". Desejando que realmente haja algo maior que eu possa fazer por mim e pelos outros. Acreditando que o amanhã será sempre melhor... e que vale a pena lutar por ele. August 26 Receita para Emagrecer RápidoComa 1 mamão de manhã e mais 3 activia de ameixa; Almoço: Um mamão e um copo de diet shake de fibras; Lache: 2 copinhos de activia com linhaça e 5 yakults; Janta: Chá de Sene. Na mesma noite vc sentirá a diferença, pois cagará até o cérebro. Bjofuinobanheiro Essa, que eu morri de rir lendo, retirei de http://olheparaoteto.wordpress.com/2008/01/ August 24 Entendendo o Mundo Corporativo - Parte 2A Dream View* é uma empresa de publicidade Web que foi dada à vida por dois irmãos sócios. Possui um escritório pequeno, porém moderno e aconchegante, num prédio novo na região da Vila Olímpia, reduto outrora residencial, que pouco a pouco vem se tornando tão comercial quanto a região da Berrini. Quando iniciou suas atividades, a Dream View possuía 5 funcionários (contando com os sócios), muita disposição e disponibilidade por parte de todos e nenhum grande cliente. Foi então que a empresa ganhou seu primeiro grande cliente, a LevelDuo*, uma das maiores fabricante de produtos alimentícios e de higiene pessoal do mundo. Embora o contrato fosse pequeno, prevendo inicialmente a entrega de um único banner para um portal, passou a atrair toda a atenção dos sócios na esperança de que este pequeno contrato viesse a se tornar um algo maior num futuro próximo. A Dream View passou a anunciar seu portfólio mencionando, antes de qualquer coisa, este primeiro grande cliente e só depois os menores. Três outros clientes de médio a grande porte vieram meses depois, mas nenhum com uma grande quantidade de projetos, o que fazia com que não fosse possível, portanto, fechar as contas no fim do mês apenas contando com estes. E como a sazonalidade dos contratos de publicidade Web é muito grande, no fim do ano os sócios faziam seu "pé de meia" para que fosse possível pagar o pessoal no decorrer do ano. Não há muito lucro e os sócios estão sempre negociando uma dívida pra quitar outra, mas a empresa caminha. Mesmo com pouca carga de trabalho, começou-se a dar preferência para os clientes maiores (em tamanho, não em lucro obtido), deixando um pouco de lado os mais rentáveis. Chegou-se ao ponto de um determinado cliente fechar um contrato para fazer cinco banners em dois meses, pagar antecipado e ser jogado de um lado para o outro por um ano, sem nunca lhe darem respostas de quando efetivamente o trabalho contratado seria entregue. Muitos desistiam de receber o que foi combinado e partiam para outras empresas. Os irmãos, por sua vez, vivem se questionando onde erram em não conseguir fechar as contas no fim do mês, mesmo sendo tão cuidadosos com os gastos, inclusive não contratando colaboradores como CLT, mas apenas como cooperados. Mas o que a DreamView não percebe é que, em dias atuais, se você não dá atenção ao seu cliente, outra empresa dará, e provavelmente oferecerá um produto de qualidade igual ou até mesmo superior ao que era oferecido anteriormente. *Nomes fictícios alterados para proteger a identidade real das companhias August 23 Uma frase que me veio à cabeça agora"Geramos nossos próprios meios. Obtemos exatamente aquilo pelo que lutamos. Somos responsáveis pela vida que nó próprios criamos. Quem terá a culpa, a quem cabe o louvor, senão a nós mesmos? Quem pode mudar nossas vidas, a qualquer tempo, senão nós mesmos?" (Richard Bach) August 07 Entendendo o Mundo Corporativo - Parte 1A DCR* é uma empresa multinacional do ramo de calçados. Tem sede nos Estados Unidos, no Texas, e filiais em 42 países, sendo o Brasil, o foco do meu post, uma delas. Tem 40 anos de existência, sendo cerca de 20 deles no Brasil. Surgiu quando a área de calçados apenas engatinhava. Acompanhou ferozmente toda evolução do setor até os dias atuais, e tornou-se a terceira maior empresa calçadista no mundo. Com o passar do tempo, devido ao alto custo de produção nos países de primeiro mundo, boa parte da fabricação dos calçados foi destinada aos países de terceiro mundo como Índia, Brasil e Argentina, deixando o design de novos modelos com os países de primeiro mundo e custos mais elevados. A filial brasileira, particularmente, crescia bem mais que as demais, apesar de sofrer com a crescente carência de mão de obra qualificada. Envolto neste cenário, a DCR se tornou uma empresa extremamente política: pessoas sem experiência em determinadas funções foram convidadas a trabalhar na empresa por indicação de amigos, aqueles mais próximos dos Diretores e Gerentes eram convidados a subir de cargo e mantinha-se sempre a mesma patota na liderança da companhia. Com isso, cada vez mais pessoas sem preparo passaram a assumir postos de trabalho para os quais não tinham o menor tino para lidar. Como estas pessoas que assumiam postos de liderança também possuíam protegidos, esta ação tornou-se um círculo vicioso na DCR, fazendo com que o que antes era visto de forma descarada passasse a ser tratado com indiferença. No começo deste ano, uma de suas concorrentes, a IQ*, segunda maior do mundo, fez uma proposta de compra pela DCR, a qual foi aceita. Embora a IQ e a DCR tenham a mesma área de atuação, as duas se complementam pelo fato de cada uma ser especializada num tipo de calçado: enquanto a DCR fabrica em sua maioria tênis com uma pequena divisão de sapatos, a IQ ao contrário tem sua divisão de sapatos bem mais definida, com uma pequena coleção de tênis. Como movimento natural após a aquisição, a IQ solicitou à DCR que cortasse nesta metade de 2008 cerca de 30% da mão de obra, principalmente aquela envolvida na divisão de sapatos, já que a empresa já possui esta divisão muito bem definida no mercado. Assim feito, a DCR preparou a lista de demissões. O que vem acontecendo atualmente na DCR é um movimento engraçado, senão trágico. Como o ambiente que domina a empresa é de politicagem, os Diretores e Gerentes responsáveis pela decisão de quem sai e quem fica passaram a proteger seus mais chegados, eliminando aqueles com quem têm menos contato. Pelo exposto mais acima, essa jogada terminou em apenas um resultado: a DCR vem mandando bons profissionais embora - que chegam cedo, fazem seu trabalho e vão embora muito mais tarde que os demais - e mantendo aqueles sem capacitação na empresa. Um movimento que deveria deixar a empresa mais enxuta e ágil, provavelmente pode enterrá-la na morosidade e na inexperiência. Uma empresa com padrões de qualidade altíssimos como a DCR preocupa-se em implantar normas e regras para os sapatos que fabrica, para a compra de equipamentos, para a fabricação de sites de trabalho. E embora tenha avaliações anuais de seus funcionários, simplesmente não sabe o que fazer com elas na hora que mais precisaria: a hora de decidir quem serão os que continuarão fabricando sapatos na companhia e quem terá de procurar outra oportunidade profissional. Não penso em nada muito complexo: uma simples classificação pelo resultado final das últimas avaliações e decisão pelo corte dos que menos se desempenharam ainda seria mais justo do que uma decisão imparcial de pessoas que muitas vezes não têm a mínima condição de avaliar o desempenho de um único colaborador, quiçá vários ao mesmo tempo. A verdade é que quanto mais venho conhecendo como as companhias funcionam, me empenhado em entender o quê se passa na cabeça daqueles que decidem e tentar me colocar no lugar deles... menos eu entendo. Ter uma visão gerencial das coisas, tenho chegado cada vez mais à conclusão, exige esquecer qualquer conceito básico de gerenciamento. *Nomes fictícios alterados para proteger a identidade real das companhias July 04 Skynet is taking over the world Na seqüência de filmes do Exterminador do Futuro, o mote diz respeito a um super-computador que toma o controle do mundo, tirando de nós, humanos, todos os meios de comunicação como telefone, internet, TV, rádio e qualquer outra forma possível. Com os humanos isolados, Skynet começa a tomar conta dos outros computadores, com os quais ganha o conhecimento de mecânica, física, química e tudo mais o que era necessário para criar as máquinas humanóides que então começam a dizimar os humanos. Na época em que foi lançado o primeiro filme, no longínquo ano de 1984, a história parecia um tanto quanto absurda: onde já se viu dominar-nos pelos meios eletrônicos? A Internet mal fazia parte do cotidiano dos homens comuns e o primeiro computador pessoal "popular" havia sido lançado apenas alguns anos antes. Exageros à parte, desde ontem o paulistano pôde sentir na pele o que é ficar paralisado por uma falha no sistema. Um problema numa das maiores provedoras de conexão à internet do Brasil tirou mais da metade da cidade do ar. Serviços públicos como o Poupa-Tempo ficaram parados. Empresas inteiras interromperam seus serviços. Sites dos mais diversos tipos estavam indisponíveis. Pagamento por cartão na hora do almoço foi quase uma súplica. Aliás, nem tirar dinheiro foi possível. Até as conexões 3G dos celulares, ditas rápidas, práticas e eficientes, hoje sofreram com o excesso de acessos: recorreu-se ao que tinha à mão, literalmente. Resumindo: a cidade estava um caos tecnológico. Agora à noite, lentamente, os serviços voltaram a ser restabelecidos. A empresa que causou esse transtorno todo ainda não descreveu exatamente o que aconteceu, mas a verdade é que eu não queria estar na pele dos Diretores/Gerentes e demais envolvidos neste momento. Sim... nos tornamos completamente dependentes de tecnologia. E a redundância nem sempre é a garantia de não haver falhas. June 12 Palhaços são vocês!Até que enfim alguém tomou alguma atitude! Estava ficando simplesmente IMPOSSÍVEL ser atendido pelas empresas por intermédio dos Call Centers. E como as mesmas empresas restringem cada vez mais os atendimentos pessoais, nós, os consumidores, ficamos vendidos, e passamos, claro, por palhaços. Semana passada mesmo. Liguei na TIM pra ATIVAR UM SERVIÇO no celular. Não estava pedindo cancelamento, não estava pedindo desconto e muito menos um favor: estava querendo GASTAR MAIS DINHEIRO. Precisei de SEIS LIGAÇÕES até conseguir. DOIS DIAS de canseira, muita insistência, repetição da mesma história várias vezes e também de dados pessoais. Espero que isso acabe daqui pra frente. E aí, quem ri por último, ri melhor. Vamos ver quem são os palhaços e quem vai rir. Governo quer atendimento em call center em até 60 segundosANA CAROLINA OLIVEIRA O Ministério da Justiça apresentou nesta terça-feira, depois de quatro audiências públicas, a proposta para a regulamentação do serviço de call center. Em 15 dias a regulamentação vai ser publicada no site do ministério e até agosto deve entrar em vigor por meio de portaria, decreto ou projeto de lei. Entre as principais novidades da regulamentação estão o tempo máximo de espera por atendimento de 60 segundos, a obrigatoriedade do atendimento ser gratuito e 24 horas por dia e a proibição do repasse da demanda do cliente por vários atendentes. Para Ana Paula Martinez, secretária substituta de Direito Econômico do Ministério da Justiça, essas propostas têm o objetivo maior de defender o consumidor. "A idéia básica [desse regulamento] é mostrar que atendimento por telefone é bom e eficiente, mas as empresas têm que seguir regras básicas dos direitos do consumidor." Todos os representantes da sociedade deram contribuições para a proposta apresentada hoje. Foram ouvidas mais de oitenta pessoas físicas, nove órgãos do governo se manifestaram e empresas e associações de empresas também deram suas contribuições. As empresas que não cumprirem o regulamento estarão sujeitas a penalidades presentes no Código de Defesa do Consumidor. "Se isso acontecer é prática abusiva e vai para as penalidades já existentes", disse Ana Paula. Um dos conselheiros da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), Plínio de Aguiar, participou da audiência pública e disse que as empresas de telecomunicações podem ter dificuldades em se adaptar ao novo regulamento. "Evidente que grandes operadoras têm relutância em atender bem e isso acontece por causa dos custos que a mudança gera." Aguiar também comentou sobre o PGO (Plano Geral de Outorgas) e o motivo de ele estar fora da pauta de reuniões da Anatel dessa semana. "No que depender de mim, o PGO é votado essa semana, mas não é porque não está na pauta que não pode ser votado. O projeto está em vista e pode ser votado a qualquer hora." Propostas Confira as propostas que serão feitas na regulamentação do serviço de call center:
- tempo de espera deverá ser de, no máximo, 60 segundos; Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u410922.shtml May 02 Friends will be Friends...Quanto mais o tempo passa, mais percebo a importância de manter os amigos. E manter os amigos nos dias atuais, onde não temos tempo pra praticamente nada mais além do trabalho, é bem mais difícil. E sendo mais difícil, exige mais esforço de nossa parte. Dos amigos que mantenho ainda, seja de locais já trabalhados ou já estudados, procuro manter contato como posso. Um simples e-mail, um "oi" pelo MSN, uma tentativa de vez em quando de marcar alguma coisa... acho que tudo vale. Sair da pauleira que vivemos, ainda mais de uma forma tão boa, é muito bom. E, claro, procuro fazer novas amizades. É muito bom conhecer mais pessoas, e perceber que elas passaram a ser amigos além de colegas ou conhecidos. Toda vez que penso que é preciso manter as amizades, lembro de um professor que tive na faculdade, que dizia que depois que terminássemos a faculdade é que veríamos quem são as pessoas, ao decorrer de toda nossa vida até ali, que realmente são nossas amizades de verdade. E é bem verdade. Muita coisa muda depois da faculdade, e realmente só os amigos mantêm-se. Pena que alguns dos amigos que fiz de verdade até aqui estão indo embora. E pra longe ainda. Uns vão pra terra do tio Sam, outros pra um lugar acima de lá, alguns outros atravessam o Oceano Atlântico. Mas... mesmo distantes, ainda são amigos, e nessa hora a tecnologia joga a favor. Outro dia mesmo, depois de um amigo ter chegado ao lugar onde vai ficar dois anos, conversamos via Skype, e tive a grande surpresa de conhecer o apartamento dele "ao vivo", num tour virtual pela Web Cam do Notebook dele. Enfim... é isso. Manter as amizades. Isso é muito importante pra nós mesmos. E só temos a ganhar. nadadevirus o kct! Nas minhas andanças pela Internet, ao procurar o serial pra um determinado programa, me deparei com um arquivo compactado que continha um serial, que não funcionava, e um keygen, arquivo gerador de seriais (quando é realmente um keygen). Tentei o serial que vinha à parte, não funcionou. Verifiquei o keygen com meu anti-virus, não detectou nada, fui na fé e executei-o. Imediatamente, o arquivo sumiu do meu Desktop, e eu nem poderia imaginar o perrengue pelo qual ainda passaria. Por segurança, decidi não acessar do meu computador e-mails e nem nada de mais que dependesse de senhas. Já passei por uma experiência com um manezinho lendo tudo que eu digitava em boletins periódicos e não tava afim de passar por isso de novo. Ao passar o anti-virus e o anti-spyware, descobri que se tratava de um malware chamado "nadadevirus". Para ironia geral, ele abria uma janela não solicitada do Internet Explorer, informando que meu computador estava em risco, e solicitando a instalação desse chamado "anti-virus". Depois começou a abrir janelas de um jogo também. Finalizados os processos com o anti-spyware e o anti-virus, imaginei-me livre da praga. Reiniciei meu computador feliz e contente e qual não foi minha surpresa quando o bichinho continuava lá?! Comecei então a pesquisar pela Internet (Santo Google!) e descobri que eu não era o único (muito pelo contrário!) que estava com esse problema. Alguns chegaram a apelar pra formatação do computador, o que eu não tava muito afim de fazer não. Instalei mais dois anti-virus e três anti-spyware e anti-malware diferentes: nenhum funcionou. Durante o dia de hoje fiz algumas perguntas e anotei o procedimento que me pareceu o mais comum dentre todos os sites, e com o qual a maioria dizia ter feito sucesso. Acreditem: o programinha mais fajuto, mais pé-rapado, mais mal desenvolvido, com erros de português do Brasil misturados com português de Portugal e telinhas de prompt de comando (aquela do DOS)... funcionou! Varreu o computador durante menos de dez minutos (um dos anti-virus havia levado a noite toda numa "varredura profunda"), reiniciou o computador e, após devidamente testado, descobri que estava finalmente livre da praga. Já ralei muito com virus, malwares, spywares e tudo quanto mais é tipo de malefícios ao computador (até mesmo irmãos mais novos), mas há tempos não tomava uma canseira desse tamanho. E pra quem tiver o mesmo problema, o procedimento tá aí embaixo. Podem seguir passo a passo, porque funciona: - Faça o download do ComboFix: http://download.bleepingcomputer.com/sUBs/ComboFix.exe; - Feche todas as janelas e programas. - Dê um duplo-clique no combofix.exe e tecle "1" em seguida Enter para prosseguir o Fix. Vai durar uma média de 10 minutos. - O ComboFix reiniciará o PC automaticamente para completar o processo de remoção. - Quando acabar, será gerado um Log, que vai estar em C:\ComboFix.txt. - Atenção: Não clique na Janela do ComboFix, nem o feche clicando no X, enquanto estiver rodando, pois senão irá parar e seu Desktop ficará em branco. - Para parar ou sair do ComboFix, tecle "2" e Enter. - Delete a pasta qoobox que está localizada em C:\, delete também o Log ComboFix.txt também localizado em C:\; - Não use a Internet até terminado o procedimento. - Selecione e copie o texto dentro do QUOTE abaixo. Abra o Bloco de notas e cole o que copiou. Salve então, na Área de Trabalho (Desktop), com o nome de CFScript.txt. ----------------------------------------------------------------------------- File:: C:\WINDOWS\system32\cmwbmysu.dll C:\WINDOWS\system32\yayyvut.dll C:\WINDOWS\system32\kdvrsikl.dll Registry:: [-HKEY_LOCAL_MACHINE\~\Browser Helper Objects\{7f99eee1-bdd6-41b0-b8b8-6108ded8695f}] [-HKEY_LOCAL_MACHINE\software\microsoft\windows nt\currentversion\winlogon\notify\yayyvut] [HKLM\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Explorer\ShellExecuteHooks\]"{446624E1-B767-4443-AA6E-0F355CAFD21B}"=- [-HKEY_CURRENT_USER\software\microsoft\windows\currentversion\explorer\mountpoints2\{c80afa5a-9cfd-11dc-b761-001636cb47fd}] [-HKEY_CURRENT_USER\software\microsoft\windows\currentversion\explorer\mountpoints2\{c80afa63-9cfd-11dc-b761-001636cb47fd}] [HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Run]"9041275a"=- ----------------------------------------------------------------------------- - Arraste o ícone do CFScript.txt para cima do ComboFix.exe. - O ComboFix irá rodar e reiniciará o PC automaticamente para completar o processo de remoção. IMPORTANTE: Não use o mouse nem o teclado quando o ComboFix estiver rodando. - Quando acabar, será gerado um Log, que estará em C:\ComboFix.txt. April 24 UrWish I was a better man, Wish I had a better plan for dealing with this What am I, what am I to do now? Maybe I should run away? Maybe I could run away and never be found. What am I, what am I to do? The way I'm feeling The dreams that I'm dreaming. Can this really be happening? Can this really be true? Ur... My love of my life, My heart and my soul, Just trying to keep the world from smashing, crashing in. I had this dream the other night, I had this crazy dream the other night. How have I? How have I arrived here. My heart is elated But my head is exhausted This is powerful magic Can it really be true? Ur... My blood is in your blood, My breathe is in your mouth. Just trying to keep the world from smashing, crashing in. What about us? What about all the plans that we made? What about all those careful plans? Just careful plans we made up Ah, nothing's clear. Full of fear, Full of hope, Full of you. My love of my life, My hole in my soul, Just trying to keep the world from smashing, crashing in. Ur... My blood is in your blood, Just trying to keep the world from smashing, crashing in. (Ur - Tiësto) March 10 Você se acha macho?!Você acha que você é macho?! Mas macho pra caralho?! Não, você não é. MACHO MESMO é esse cara. http://www.youtube.com/watch?v=z42fchrzhHY Coward, Coward, CowardCovarde. É isso que ele é. Quem faz isso, da forma que faz é covarde. Nunca enfrentou alguém de igual pra igual, do mesmo nível que ele. Provavelmente porque perderia, porque seria deixado ao chão sem muito custo. Tem brincado com fogo há tempos, e provavelmente não tem a vaga noção do quão perto fica de encontrar sérios problemas quando satisfaz seus delírios nazistas. Minha vontade é de quebrá-lo. É de usar toda força que sei que tenho em cima de uma só pessoa. Não penso em tirar-lhe a vida: interessa-me que ele viva com o que fez, com quem é. Me importa apenas mostrar-lhe minha indignação, meu sentimento de revolta. Quero devolver-lhe com a moeda na qual ele negocia tudo aquilo que ele nos fez de ruim. Enquanto não posso fazê-lo, escrevo. Tento descarregar toda minha raiva num teclado, num computador. Fico imaginando milhões de cenas, de formas de prejudicar um ser tão desqualificado. Eu só precisaria de dez segundos, nada mais. Ele nunca mais faria mal a qualquer ser humano. Não poderia mais, jamais. |
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